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Agricultura: a importância do trabalho na terra

Agricultura: a importância do trabalho na terra

Apesar de ser comumente associado a qualquer trabalho no campo, a agricultura, na verdade se refere aos métodos e técnicas de produção, cultivo e colheita de vegetais, com diferentes finalidades, entre elas a mais comum certamente é a alimentação, mas agricultura também trabalha para atender as demandas de bebidas, fibras, energia, além de matéria-prima para roupas, construções, medicamentos, ferramentas, ou até mesmo para contemplação estética.

Em referência à importância desta área de atuação, e ao dia do agricultor, lembrando em 28 de julho, nós da Laguna, especialistas em pneus OTR, selecionamos uma série de curiosidades e informações sobre essa profissão tão importante na história da humanidade, que também é umas das bases da economia mundial.

 

Fatores da produção agrícola:

Em linhas gerais, existem três fatores ligados diretamente à produção agrícola: o físico, envolvendo principalmente o solo e o clima; o fator humano, relacionado à mão de obra em seu desenvolvimento; e o fator econômico, que tem como foco o valor da terra e o nível de tecnologias aplicadas na produção.

Dentre os fatores físicos, certamente, o clima é o que exerce maior influência no desenvolvimento da agricultura. A chuva, por exemplo, pode comprometer uma lavoura ou uma plantação, tanto quanto em excesso, quanto em ausência.

O solo é outro elemento natural indispensável para a agricultura, já que este é um recurso mineral renovável essencial para os vegetais, uma vez que é nele que a planta se desenvolve e retira nutriente e água para a germinação, crescimento e produção de frutos.

Também temos o fator humano, que tem ligação direta com a força de trabalho que atua no plantio e nos cuidados com a colheita. Uma análise minuciosa nessas forças de trabalho, possibilita verificar e identificar o tipo de mão de obra aplicada, a quantidade, a qualificação e também as relações de trabalho estabelecidas entre o empregado e o empregador. Com base nessas informações, são determinados os níveis tecnológicos inseridos na produção.

Considerando tais fatores, é plenamente possível deduzir que quanto mais mecanizada e desenvolvida for a propriedade, menor será a necessidade de mão de obra.

 

Agricultura e suas vertentes:

Existem duas principais vertentes da agricultura: a subsistência (primitiva) e comercial (monocultora).

  • Agricultura de subsistência: tem como objetivo fornecer alimento e matéria-prima diretamente para quem trabalhou na produção e/ou gerar uma produção de proporção minimamente suficiente para ser comercializada no mercado local.
  • Agricultura comercial: o objetivo aqui é a exportação para mercados estrangeiros, ou até mesmo ao mercado interno, mas em uma escala muito maior do que na agricultura de subsistência. Aqui são usados grandes extensões de terra com aplicação de tecnologias que alcançam elevados índices de produtividade.

O trabalho no campo também pode ser dividido em dois tipos diferentes, de acordo com a forma de salário:

  • Sem salário fixo, onde o trabalhador recebe um lugar para morar e também o direito de plantar na propriedade onde está prestando serviço. O trabalhador também recebe um percentual da colheita, enquanto que o restante fica com dono da propriedade rural.
  • Com salário fixo, podendo o trabalhador exercer sua função por um período temporário, ou não, o que pode variar de acordo com o nível de desenvolvimento da região.

Todos os recursos financeiros aplicados na produção agrícola são de suma importância para o modelo de agricultura da qual se desenvolver. Nas regiões onde a agricultura é praticada de maneira comercial, ocorre a utilização de insumos agrícolas, como fertilizantes, agrotóxicos e maquinários. Esses elementos são responsáveis por favorecer o aumento significativo da produção, sem que haja a necessidade de se empregar mão de obra em excesso.

Já na agricultura de subsistência, a quantidade de trabalhadores é elevada, pois não há máquinas suficientes para a realização do trabalho, culminando em uma produtividade mais baixa devido à quase inexistência de tecnologias inseridas no sistema produtivo.

 

O futuro da agricultura e o meio ambiente:

A partir do século XX, a agricultura começou a ficar mais intensiva, aumentou a sua produtividade. Fertilizantes sintéticos e pesticidas foram substituídos por mão-de-obra, contudo, tantos avanços, involuntariamente passaram a causar prejuízos e danos a natureza, como o aumento da poluição da água e a contaminação do solo. A agricultura, que sempre foi relacionada com o contado com a natureza, estava aos poucos se tornando um mal para a própria natureza.

Entretanto, nos últimos anos, muitos especialistas reagiram contra os efeitos ambientais decorridos do mal uso da terra, diante dos avanços da agricultura. Os esforços e estudos de diferentes especialistas resultaram na população de movimentos agrícolas orgânicos, regenerativos e sustentáveis.

A União Europeia tem sido uma das principais forças por trás desse movimento, certificando e incentivando o consumo de alimentos orgânicos ainda em 2001, iniciando a reforma de sua Política Agrícola Comum (PAC) em 2005 para eliminar os subsídios agrícolas, e evoluindo, renovando e crescendo suas pesquisas em tecnologias alternativas, como o manejo integrado de pragas, a criação seletiva e a agricultura de ambiente controlado.

Esses desenvolvimentos tecnológicos recentes incluem predominantemente alimentos geneticamente modificados, mas também via as melhorias em diversas outras situações que envolvem, direta e indiretamente, a agricultura, tais como, a demanda por cultivos para biocombustíveis não alimentícios, o desenvolvimento de antigas terras agrícolas, o aumento dos custos de transporte, as mudanças climáticas, a crescente demanda dos consumidores na China e na Índia e o crescimento populacional, que ameaça a segurança alimentar em muitas partes do mundo.

 

Máquinas agrícolas e o seguimento OTR:

Com o aumento da industrialização e os avanços tecnológicos, a agricultura passou a se modernizar. As antigas tecnologias de tração animal, aos poucos foram dando espaço a diferentes e potentes máquinas, movidas a combustível e auxiliadas por rodas e pneus próprios para cada função, perfeitamente adaptados para o trabalho no campo.

Arados, subsoladores, pulverizadores e niveladores de solo são os principais exemplos desse tipo de equipamento, que dispensam o trabalho animal, e ainda permite mais eficácia no plantio e manutenção dos produtos, garantindo mais segurança e facilidade no processo.

Considerando todos as necessidades únicas que as maquinas agrícolas necessitam para um trabalho eficaz, é necessário também desenvolver equipamentos especiais apropriados para o trabalhos desses tipos, como os pneus, que devem ir além das funções tradicionais que vemos em veículos convencionais.

Visando esse seguimento especifico, são produzidos os pneus OTR, especialidade da Laguna. Os pneus OTR para equipamentos agrícolas devem atender uma série de exigências, principalmente relacionadas a resistência e a performance do pneu em contato com solo.

A simples existências de uma linha completa de pneus próprios para o trabalho agrícola também serve para demonstrar como esse segmento se modernizou com o passar dos anos, ressaltando a importância da agricultura para o desenvolvimento do país, e a participação de empresas como a Laguna, que contribui diretamente com uma das bases da economia do país.

Além de oferecer o melhor em pneus OTR para veículos e agrícolas, a laguna também utiliza da agricultura para a fabricação da principal matéria prima de seus produtos: o látex. Isso acontece devido ao fato do látex usado na fabricação dos pneus da Laguna serem de origem do próprio plantio de seringueiras, árvore fonte do látex.

O plantio da seringueira faz parte do Ciclo Verde, uma iniciativa ecológica que oriunda de uma parceria entre a Laguna e os alunos de engenharia florestal da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos).

Leia mais sobre o cultivo de seringueiras

2019-09-06T11:23:57+00:00 07/08/2019|Social|